Subindo na moto e saindo da cidade, Joseph pode sentir que a unica coisa que lhe restava era Alisa, e que a mesma estava nas mãos de um crápula medonho e horroroso. Toda a vez que o pensamento de Joseph se voltava para Alisa, ele parecia ter um lapso misto de ódio, medo e tristeza. Decidiu não perder mais tempo e acelerar o mais rápido que aquela moto podia.
Saindo do vilarejo de Parkoy, Joseph apenas olhou para trás e pode ver o rastro de destruição deixado por Diabol e sua gangue. Todos aqueles que ajudaram Joseph, que quando ele estava caído no deserto gelado de Voskodsa acolheu-o a seu vilarejo e ajudou-o a se levantar, estavam mortos. Ele não pode fazer muita coisa, a não ser observar aquela mortalha esculpida em ferro e fogo. Resolveu engolir a seco qualquer murmúrio e seguir em frente com a promessa de que vingaria todas aquelas pessoas que foram dizimadas pela crueldade de Diabol.
Joseph continua a rumar a Vila de Zalski, que ele temia que tivesse o mesmo destino que Parkoy.
Correndo pelo caminho, ele se depara com a vila de Voskodsa, e encontra algo brilhando no interior de uma das cabanas. Resolveu parar para verificar o que poderia ser. Deixou sua moto do lado de fora, e adentrou a cabana. ao identificar que era fogo e que havia vivendo alguém alí, Joseph ficou em prontidão para o caso de ser um outro capanga de Jack. Ao ver que era apenas um homem parado, sentado em frente a uma vela, Joseph estranhou o porquê daquele homem ter ficado imóvel alí.
Chegando perto, Joseph tocou no homem e o mesmo caiu no chão. Morto. O estranho é que ele tinha algumas partes do corpo já necrosadas, como se ele já estivesse morto a pelo menos uma semana e aquela vela estava com se tivesse sido acesa a um dia atrás. Era uma armadilha. Três homens pegaram Joseph de surpresa e começaram a bater nele até desacordá-lo. Assim que Joseph acordou, ele estava acorrentado, aparentemente dentro de uma espécie de camburão, sendo carregado para algum canto desconhecido que iriam fazer algo que ele nem queria imaginar o que fosse. Provavelmente, já que sua mochila com o Cubo estava nas mãos daqueles homens, Joseph seria interrogado até retirarem a senha dos outros três cofres e depois descartado.
Chegando perto, Joseph tocou no homem e o mesmo caiu no chão. Morto. O estranho é que ele tinha algumas partes do corpo já necrosadas, como se ele já estivesse morto a pelo menos uma semana e aquela vela estava com se tivesse sido acesa a um dia atrás. Era uma armadilha. Três homens pegaram Joseph de surpresa e começaram a bater nele até desacordá-lo. Assim que Joseph acordou, ele estava acorrentado, aparentemente dentro de uma espécie de camburão, sendo carregado para algum canto desconhecido que iriam fazer algo que ele nem queria imaginar o que fosse. Provavelmente, já que sua mochila com o Cubo estava nas mãos daqueles homens, Joseph seria interrogado até retirarem a senha dos outros três cofres e depois descartado.
Subitamente, o camburão parou e Joseph foi retirado de dentro do mesmo, todo acorrentado. Assim que saiu, Joseph se deu conta de onde estava: Era a "Grande Cratera". Aquela que tantos segredos escondia, que todos sempre evitavam chegar perto por medo de ter algum resíduo de radioatividade naquela área. Aquela que também era conhecida por "Мёртвая Зона" (Traduzindo para o alfabeto latino: "Myortvaya Zona", para o Português: "Zona Morta"), onde quem se arriscava a ir, não retornava mais. Aquela enorme cratera correspondia a antiga área da praça vermelha, onde estranhamente tudo afundou sem motivo aparente.
As autoridades informaram aos cidadãos daquela Rússia de que havia acontecido um ataque nuclear que destruiu o Kremlin. Mas havia algo nessa versão que não soava bem, tendo em vista que as áreas ao redor teriam um índice de radiação elevadíssimo, e nenhuma delas haviam sequer indícios de algum ataque nuclear, somente aquela enorme cratera exatamente no centro da cidade de Moscou.
Joseph agora estava ali, cara a cara com o grande mistério e temor de toda a redondeza. e prestes a ser arremessado dali de cima. As coisas só estavam tendendo a Piorar para ele. Os três que carregaram ele até ali eram grotescos. Pareciam realmente monstros de tão altos e fortes, além de seus rostos serem cobertos por máscaras de Hóquei. Menos um, que tinha o rosto completamente desfigurado e exibia com um estranho orgulho sua face.
- Arremessa logo esse magrelo daí e leva esse cubo pro Jack! vai resolver nossos problemas!!! - Dizia um dos capangas, que parecia impaciente.
- Mata logo esse cara! - Dizia o outro, rindo.
- Calma vocês dois. O Jack disse que ele tem uma coisa importantíssima pra contar ainda. - Disse o terceiro, que era o mais grotesco deles.
- Podem me jogar - os três olham para Joseph - eu não vou contar mesmo - disse com tom de deboche, já sabendo que iria ser arremessado
- Moleque, escuta bem. Eu tô tentando ser paciente com você e não te arremessar pra dentro daquela maldita cratera. Então, ou você responde as minhas perguntas ou eu te empurro agora... VOCÊ ENTENDEU? - falou em um tom intimidatório o capanga com a cara grotesca.
- E do que vai adiantar? Você vai me matar de qualquer jeito... - Responde Joseph, ainda com o tom de deboche.
- Posso poupar sua vida e arrancar só um braço ou só uma perna sua, se quiser... - Sorri maliciosamente o homem
- Prefiro que arranque meus olhos, só assim não poderei mais olhar pra essa sua cara feia... - Joseph ri debochando do homem.
Prontamente o homem deu um soco na cara de Joseph, que ficou bastante desnorteado com a pancada. A força daquele homem era descomunal.
- Se eu estou com a cara assim é por que eu quero e gosto de estar com ela assim. - Diz o homem, ainda calmo
- Ah, então você já se conforma de ser uma aberração? - Diz Joseph, debochando mais ainda
O homem desferiu outro soco no rosto de Joseph, que agora estava muito inchado, como se levasse 3 socos seguidos no mesmo lugar. O inchaço era tão grande que Joseph já não enxergava direito do olho esquerdo.
- A próxima eu te chuto pra que caia lá em baixo. - Diz o homem, estranhamente calmo.
- E o que você quer saber? - Joseph agora começa a ficar assustado com a calma do homem - Já não basta arrebentar a minha cara só com dois socos?
- Isso é só diversão... o interessante vai vir quando eu jogar você lá em baixo... - Demonstra um sorriso doentio - Agora, me diga. Jack sabe que você abriu um dos cofres e retirou esse cubo que está na sua trouxa. - Pega a bolsa de um dos capangas, abre-a na marra e retira o cilindro que contém o cubo - A pergunta é: Como você abriu o cofre?
- Oras, abrindo! - Joseph sorri com deboche
O homem agarra Joseph pelo pescoço e começa a gritar num tom ameaçador:
- QUAL A SENHA, MOLEQUE?
- E você acha que eu vou falar? HAHAHAHAHAHAH!!!
- VOCÊ VAI! - o homem começa a torcer o braço esquerdo de Joseph, na intenção de arrancá-lo fora - QUAL A SENHA?
Joseph começa a gritar de dor até que desiste e resolve falar:
- AAAAAAAAAAARGH!!! TÁ BOM, TÁ BOM, EU FALO!!! - Diz Joseph, desesperado
- Bom garoto... Diga agora e eu poupo seu braço - Diz o homem ainda torcendo o braço de Joseph
- Lembra de datas de aniversário? - Diz Joseph
- Sim, porque? - Diz o homem, sem entender
- Então, a senha é a data de nascimento DA TUA MÃE!!!
O homem arranca o braço esquerdo de Joseph e arremessa-o na cratera.
- E TENHO DITO! LEVE ISSO DE BRINDE!!! - Grita, enquanto arremessa o braço de Joseph.
Joseph não parava de gritar de dor enquanto rolava cratera abaixo. Era insuportável a dor que ele sentia e ele não sabia o que fazer, a não ser sentir dor. Depois de 10 minutos rolando pela cratera, ele bateu de costas em algo que parecia ser uma estrutura metálica bastante retorcida que o fez desmaiar instantâneamente...
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